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Mostrando postagens de julho, 2011

A ilusão da imortalidade e a quimera do guerreiro

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Estou de férias, passeando, pairando sem a menor responsabilidade por sobre a vida social, sem preocupações de tempo, de dinheiro, leve como uma pluma ao sabor do vento. Mas percebi que a leveza e a falta de responsabilidade aparentes escondem ocultas em seu prazeroso sabor armadilhas em que podemos nos ver presos. Ontem, em meio a toda a falta de afazeres, em meio a um belo banho de sol nas águas doces do Tocantins, me vi fisgado por uma lembrança que me fez pensar e ponderar, coisa que não é comum de serem feitas quando estamos de férias. Vi na negligência, na falta do que fazer aparente uma soberba armadilha da mente, imediatamente me lembrei de uma velha frase que uso como guia em minha caminhada pela vida, em que a negligência é a quimera dos guerreiros. Devemos estar despertos, todo e qualquer desvio em nossa jornada são apenas caprichos de nosso ego, de nossa mente, na tentativa constante de nos aprisionar novamente nas armadilhas da ilusão da primeira atenção. Isso ficou

Um agradecimento ao Espírito

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  A Terra, no início das criação, dizem alguns cientistas, era um corpo de magma derretido, sem lua, sem núcleo, atacada por meteoros, e pela força devastadora das explosões magnéticas do sol, era inabitável a formas de vida conhecidas por nós, inabitável a formas orgânicas de vida, era o puro e desenfreado Nagual, o puro poder e força devastador e insondável. Como obra do espírito, a força criadora lançou com a força do destino, um planetoide, um meteoro com o tamanho de 1/4 da Terra, que se chocou com nosso corpo, antes puro Nagual, dando o toque necessário a criação da vida, do infinito, de um lugar insondável e indecifrável para os cientistas, veio esta forma a se chocar com o nosso planeta. Um encontro mágico, tanto quanto inusitado, mas necessário. O meteoro tranformar-se-ia, no que hoje é o núcleo magnético da Terra, nos dando a proteção necessária as ondas eletromagnéticas do sol, e criando os polos da Terra, além de orientar a sua rotação, sendo hoje o interior de nossa be