Reivindicando a posse de seu eu - o domínio do guerreiro

Recentemente em nossa último texto aqui neste blog, discutíamos essencialmente o que somos, de uma forma superficial, de uma forma quase que intuitiva, mas agora volto a colocar algumas pontuações sobre o tema, de forma a clarear algo que havia sido obscurecido pelo meu questionamento aqui. Tudo que obscurece-se, determina inevitavelmente que será precedido da luz, essa é a inevitável sequência de eventos no universo, tal qual reproduz-se na parcela ínfima das comunicações que nos permite tal diálogo aqui, uma sucessão infinita de escuros precedidos de claros, de zeros e de uns, o universo dual, não como combatente, mas como complementar, edificando a própria estrutura da vida. Somos tudo que temos, e temos tudo que somos. A coisa é simples desta maneira, mais simples que pensaríamos, como todo grande mistério, escondido diante da simplicidade do próprio teorema da vida, viver. O velho nagual, Don Juan, havia explicado isso inúmeras e inúmeras vezes, sem que sequer nenhum...