As jornadas do ponto de percepção

Ontem à noite algo inesperado aconteceu, como são os atos pelos quais nos presenteiam o espírito. Chegando à minha casa, durante a noite, percebi a maravilha da lua cheia que brilhava no céu, iluminando os cantos escuros da rua, onde a luz dos postes não costumam iluminar. Não consegui ficar em casa, um impulso, o poder, o espírito me impeliam para sair, largar o que tinha para fazer e apenas caminhar. Não existem prelúdios, introduções ou sumários nas lições que recebemos do espírito, há apenas a ação simples, o aquiescer com os desígnios do intento, é o tudo ou nada, agir ou ficar para trás nas lições. Aceitei agir, há muito o aceitei e entendi que esta era a única chance de conseguir seguir o fluxo energético do universo, e encontrar a liberdade. Mais um antagonismo do caminho, deixar-se guiar pelas correntes energéticas, pelo intento, e ainda assim ser livre. Na rua eu caminhava banhado pela lua branca no céu. A lua que a tantos iluminou a energia pessoal, envolto em m...